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10 de mai. de 2018

Vereador Fernando Lucena convida Álvaro Dias para esclarecer situação financeira da Prefeitura.


O vereador Fernando Lucena (PT) apresentou na sessão ordinária desta quarta-feira (09), o requerimento nº 1367/18, convidando o prefeito da cidade de Natal, Álvaro Dias (MDB), para apresentar à Câmara Municipal informações sobre como recebeu a Prefeitura Municipal de Natal no que concerne a situação financeira.

O objetivo será esclarecer como o chefe do Executivo municipal recebeu a prefeitura após tomar posse no lugar de Carlos Eduardo Alves (PDT), que renunciou o cago para concorrer ao governo do estado no pleito desse ano. 

 A atual situação dos trabalhadores terceirizados, questões previdenciária do munícipio , em especial a  NatalPrev, serão pontos prioritários a serem questionadas ao atual prefeito. 

 O chefe do executivo tem um prazo de 15 dias para comparecer a Câmara e prestar os esclarecimentos, caso isso não ocorra no período previsto, ele será convocado. 


Foto: Elapídeo Júnior
Texto: Diassis Oliveira

14 de mar. de 2018

Vereadores criticam demora do TCE no envio das contas de Carlos Eduardo

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou em 2016 que é da Câmara Municipal é o órgão competente para julgar as contas de gestão do Executivo municipal. Contudo, em Natal, o Poder Legislativo não exerce esta função já há algum tempo, porque o Tribunal de Contas do Estado está desde 2014 sem concluir os pareceres que vão subsidiar essas análises anuais da Câmara. Tanta demora já resulta em uma insatisfação no plenário da Casa e questionamentos sobre o motivo de tanta demora.
“É muito estranha essa situação. Já cobrei algumas vezes no plenário da Câmara Municipal de Natal e vários vereadores concordaram comigo. Contudo, o TCE não conclui esse parecer, mesmo com a decisão do Supremo de que é competência da Câmara analisar as contas. Cabe ao TCE apenas a formação do relatório”, afirmou o vereador Fernando Lucena, do PT.
O vereador Fernando Lucena lembrou ainda que, com tanta demora, a análise das contas acaba perdendo o sentido. “A gente está esperando para analisar as contas de 2014… As despesas com a saúde, com a educação, de 2014. Faz muito tempo. Essa análise tem que ser ano a ano. Perde o sentido”, ressaltou.
Segundo o Tribunal de Contas do Estado, as contas do prefeito Carlos Eduardo Alves com relação a 2014, 2015 e 2016 estão sob a relatoria do conselheiro Poti Cavalcanti Jr, que foi deputado estadual pelo PMDB. Ele, porém, não se manifesta oficialmente sobre o caso uma vez que as contas ainda não foram levadas a julgamento.

Do Portal agora RN/ Editado

Comissão de Saúde aprova projetos sobre prevenção de doenças

Em mais uma reunião da Comissão municipal de saúde da Câmara Municipal de Natal, realizada na tarde desta segunda-feira (12), os membros aprovaram projetos que previnem doença. neles Entre as matérias aprovadas estão as que obrigam as escolas a fornecerem informações sobre o calendários de vacinas aos pais de alunos da rede municipal, o da regulamentação de recursos da atenção básica, de instituição da semana de acompanhamento psicológico e terapêutico às crianças da rede municipal de ensino e da prevenção a enfermidades das feiras públicas.



A Comissão  também aprovou com ressalvas os relatórios de saúde do Município do segundo e terceiro quadrimestres de 2016. O  presidente da Comissão, o Vereador Fernando Lucena (PT) explicou que as ressalvas são necessárias por tratar de recursos. 

"Nossa função aqui é analisar a saúde, o serviço prestado à população, mas estamos tratando de recursos públicos que vem da união, do estado e do próprio município. Então vamos encaminhar as ressalvas aos órgãos de controle competentes", destacou.


Texto: Marcius Valerius
Fotos: Elpídio Júnior
Edição: Diassis Oliveira


29 de ago. de 2017

Comissão de saúde promove Audiência pública discute situação financeira da saúde em Natal

Nesta tarde segunda-feira (28), a Comissão de Saúde discutiu a atual situação financeira da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) a discussão ocorreu em  audiência pública realizada na Câmara de Natal. Entre os principais pontos abordados estão os débitos com instituições prestadoras de serviços. Na ocasião os vereadores analisaram o relatório do primeiro quadrimestre de 2017 e encontraram informações que não batem; existe a possibilidade das dívidas não existirem. 

O presidente da comissão, o vereador Fernando Lucena (PT) falou sobre as dificuldades para aprovar o relatório.

"Ora, não podemos aprovar o relatório do primeiro quadrimestre deste ano sem saber com segurança se há dívidas nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril. Vamos fazer um cruzamento das referências enviadas pela Secretaria e os possíveis débitos com os hospitais particulares. Porém, muitas vezes o setor privado cobra o que o município não deve. É lamentável que a iniciativa privada não esteja aqui para explicar essa situação", afirmou o presidente da Comissão de Saúde, vereador Fernando Lucena (PT). 


A próxima natividade da comissão será mais visita fiscalizatória, a ser realizada na próxima segunda feira (04), o local será definido na hora da saída. 

6 de abr. de 2017

FERNANDO LUCENA VOTA CONTRA SAQUE DA PREVIDÊNCIA DO MUNICÍPIO

Foto: Diassis Oliveira
Após quatro sessões ordinárias e intensos debates, a Câmara Municipal de Natal aprovou nesta quarta-feira (05), em segunda discussão, o Projeto de Lei Complementar encaminhado pelo prefeito Carlos Eduardo Alves que solicita a retirada de R$ 204 milhões do fundo previdenciário dos servidores do Município (NatalPrev) para o pagamento da folha dos inativos. De acordo com o Executivo, o valor solicitado servirá, exclusivamente, para quitar salários de aposentados e pensionistas. O placar foi o mesmo da votação em primeira discussão: 21 votos a favor e quatro contra. 

O vereador Fernando Lucena(PT), e outros três vereadores de oposição, deram parecer contrário a matéria. Além de um déficit financeiro de mais de 80 milhões de reais, o projeto se torna ilegal, uma vez que os valores da previdência não podem ser utilizados para realização de pagamentos, segundo a constituição, além de outras irregularidades.
"Não podemos aceitar esse saque, os donos do dinheiro, que são os aposentados e servidores, são contra esse projeto que há muitas irregularidades, é totalmente ilegal" ressaltou Lucena.
Nesta última sessão em que foi discutido o projeto, o plenário se concentrou em votar as emendas parlamentares sugeridas pelos vereadores. Das 22 emendas encaminhadas, seis foram aprovadas e encartadas à redação final da matéria.

Irregularidades do projeto de acordo com a constituição

Art. 6º Fica facultada à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, a constituição de fundos integrados de bens, direitos e ativos, com finalidade previdenciária, desde que observados os critérios de que trata o artigo 1º e, adicionalmente, os seguintes preceitos:

V - vedação da utilização de recursos do fundo de bens, direitos e ativos para empréstimos de qualquer natureza, inclusive à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, a entidades da administração indireta e aos respectivos segurados;


E na LRF, que é a LC 101:


Art. 43. As disponibilidades de caixa dos entes da Federação serão depositadas conforme estabelece o § 3o do art. 164 da Constituição.

§ 1o As disponibilidades de caixa dos regimes de previdência social, geral e próprio dos servidores públicos, ainda que vinculadas a fundos específicos a que se referem os arts. 249 e 250 da Constituição, ficarão depositadas em conta separada das demais disponibilidades de cada ente e aplicadas nas condições de mercado, com observância dos limites e condições de proteção e prudência financeira.

§ 2o É vedada a aplicação das disponibilidades de que trata o § 1o em:

I - títulos da dívida pública estadual e municipal, bem como em ações e outros papéis relativos às empresas controladas pelo respectivo ente da Federação;

II - empréstimos, de qualquer natureza, aos segurados e ao Poder Público, inclusive a suas empresas controladas.


4 de abr. de 2017

Audiência debate consequências da Reforma da Previdência

Fotos: Marcelo Barroso
As consequências da reforma da Previdência, que tramita na Câmara Federal, foi amplamente debatida na manhã desta terça-feira (4) por sindicalistas, professores, vereadores e populares, durante audiência pública proposta pelo vereador Fernando Lucena (PT). O governo Federal apresentou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), modificando as regras da previdência.

Pelo projeto, a idade mínima para homens e mulheres se aposentarem passa a ser de 65 anos, com pelo menos 25 anos de contribuição. Mas, na prática, para receber 100% do valor, será preciso contribuir por 49 anos, mesmo que tenha atingido os 65 de idade.

Essa é uma das críticas do professor e pós-doutor em Direito Previdenciário, Jonas Lemos, que participou do debate. "A regra não conta quando a pessoa perder o emprego. É preocupante porque foi a provada a lei das terceirizações que vai reduzir o tempo de permanência do trabalhador nas empresas. Além disso, tem as aposentadorias especiais que também mudam. Aquele trabalhador em situação de insalubridade deixa de contribuir no mínimo por 15 anos e passa a no mínimo 20 com idade mínima de 55 anos para se aposentar", destacou o professor. 

Presente a audiência, o deputado Fernando Mineiro (PT), disse que a PEC traz consequências negativas para o trabalhador. "Atinge a todos. É uma tentativa de impedir que as pessoas tenham acesso à Previdência e isso vai atingir diretamente a economia dos municípios porque os valores de aposentadorias são fonte de renda para a maioria dos pequenos municípios", relembrou.

Na Câmara Federal o deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), relator do projeto, anunciou que vai apresentar o relatório ainda neste mês. É a partir do relatório que serão conhecidas as mudanças no texto da reforma e eventuais flexibilizações nas regras.

Para o vereador Fernando Lucena é preciso mobilizar a população para evitar que os trabalhadores se prejudiquem. "Precisamos incentivar às pessoas a cobrar dos deputados e senadores e lutar contra essas medidas porque não há nenhuma garantia para os trabalhadores. Estamos voltando à escravidão. Vamos continuar o debate. Vamos à greve geral e continuar com os movimentos em defesa dos nossos direitos", enfatizou.

Texto: Cláudio Oliveira

28 de mar. de 2017

Comissão de Saúde zera pauta e libera 9 projetos para votação em plenário

A Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Natal liberou 9 Projetos de Lei para apreciação final do plenário. Nesta segunda-feira (27), as propostas tiveram tramitação concluída após receberem pareceres favoráveis dos membros do colegiado. O presidente da Comissão, vereador Fernando Lucena (PT), informou que a pauta foi zerada e não há pendências de análise e encaminhamento de matérias.

"Zeramos novamente a pauta da Comissão de Saúde e agora 9 projetos irão para votação e outros 14 direcionados para os relatores", frisou o parlamentar, destacando o teor dos textos aprovados. "São leis que, em síntese, orientam e criam mecanismos para melhorar o atendimento que a população recebe nos hospitais e demais unidades da rede pública de saúde".


O vereador vem se destacando como presidente da comissão, função que assume pela segunda,  no que concerne as cobranças de implantação para  melhorias  para o setor.

21 de mar. de 2017

Comissão de Saúde da Câmara de Natal celebra Dia Mundial da Água com debate público

Foto: Elpidio Júnior
O Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, foi o tema de uma audiência pública proposta pela Comissão de Saúde da Câmara Municipal que é presidida pelo vereador Fernando Lucena (PT), o evento ocorreu nesta segunda-feira (20), participaram do debate, representantes da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico de Natal (ARSBAN) e do Ministério Público do RN, além de líderes comunitários e integrantes de movimentos sociais organizados.

Na ocasião foram discutidos pontos considerados importantes como a utilização consciente dos recursos hídricos e o racionamento de água na Zona Norte de Natal, além de  reflexões sobre problemas ambientais como poluição das águas e solos devido a falta de saneamento básico nas áreas urbanas e rurais, falta de políticas de gerenciamento de resíduos sólidos e o desmatamento de mata ciliar, que influi no assoreamento do leito de rios e compromete a qualidade da água potável.


O propositor da audiência o vereador Fernando Lucena, ressaltou que a água é um recurso natural que transforma a realidade das pessoas. “Quando falamos de água estamos falando de vida. Porque não existe vida sem água, com qualidade e abundância. Portanto, a avaliação que faço do encontro é positiva, haja vista o elevado nível dos debatedores e a relevância dos assuntos abordados”, concluiu o presidente da Comissão de Saúde.